A tentativa de conciliação entre Correios e grevistas que aconteceu na sexta-feira, dia 07/11, não deu certo e após 24 dias de greve a proposta feita pelo Presidente do TST foi aceita pela empresa, mas recusada pelos trabalhadores, que optaram por continuar a greve. O presidente do TST, João Oreste Dalazen, determinou que todas as agências dos Correios mantivessem, pelo menos, 40% dos funcionários trabalhando.O impasse no acordo está justamente no desconto dos dias parados. O Ministro mediou o acordo e a devolução imediata dos 6 dias já descontados, a partir de janeiro ecom parcelamento em 12 vezes, e compensação dos demais dias parados em sábados, domingos e feriados,o que não foi aceito pelos gravistas, além de abono no valor de R$ 800,00 pagos imediatamente, 6,27% de aumento a partir de 1º de agosto e aumento linear de 60,00 a partir de janeiro de 2012.
Diante da rejeição foi marcada para hoje, 10/11, uma nova assembleia onde os trabalhadores decidiram pela continuação da greve. Amanhã será o julgamento do dissídio coletivo, no TST. Os grevistas e os Correios podem entrar num acordo até antes do julgamento do dissídio, marcado para as 16h da próxima terça.
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| O julgamento de dissídio coletivo está marcado para a próxima terça-feira Foto: Renato Araújo/Agência Brasil |

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