Onze jornalistas brasileiros, de alguns dos mais importantes veículos de comunicação do país, tiverem a oportunidade de conhecer de perto a diversidade do Estado de Israel. Eles viajaram para o país a convite da Federação Israelita do Estado de São Paulo (Fisesp) e do Projeto “Interchange”, do American Jewish Committee. Em Israel, eles participaram de uma intensa agenda de encontros com lideranças e representantes israelenses e palestinos, correspondentes e editores de meios de comunicação estrangeiros, além de analistas políticos e acadêmicos.
A declaração que mais surpreendeu os convidados foi dada pelo jornalista palestino Khaled Abu Toamei, correspondente do Jerusalem Post: “Quando vejo tudo o que está acontecendo no Oriente Médio após a Primavera Árabe, agradeço por estar em Israel, onde me sinto seguro e tenho liberdade de expressão”.
Luis Erlanger, diretor da Central Globo de Comunicação, assim resumiu a viagem “passamos por uma rara experiência, daquelas que provoca reflexão do campo profissional até o pessoal, passando pelo existencial: a região e a situação são instigantes. E cheias de contradições, com a religião longe de significar fraternidade”. Já Adriana Lopes de Freitas, da Rede Record, enfatizou: "foi incrível encontrar no mesmo dia, em um intervalo de horas, representantes tão articulados e preparados de pontos de vista tão diferentes no impasse entre israelenses e palestinos. Uma experiência única que nos revelou não apenas a explicação racional, mas também a paixão e a ideologia incutidas nas raízes da crise". Para Humberto Saccomandi, do Valor Econômico, “é importante ter familiaridade com as várias versões de uma história. Só assim é possível transmitir ao leitor, de um modo coerente, a complexidade de certas situações. Isso certamente contribuirá para um melhor jornalismo"
A declaração que mais surpreendeu os convidados foi dada pelo jornalista palestino Khaled Abu Toamei, correspondente do Jerusalem Post: “Quando vejo tudo o que está acontecendo no Oriente Médio após a Primavera Árabe, agradeço por estar em Israel, onde me sinto seguro e tenho liberdade de expressão”.
Luis Erlanger, diretor da Central Globo de Comunicação, assim resumiu a viagem “passamos por uma rara experiência, daquelas que provoca reflexão do campo profissional até o pessoal, passando pelo existencial: a região e a situação são instigantes. E cheias de contradições, com a religião longe de significar fraternidade”. Já Adriana Lopes de Freitas, da Rede Record, enfatizou: "foi incrível encontrar no mesmo dia, em um intervalo de horas, representantes tão articulados e preparados de pontos de vista tão diferentes no impasse entre israelenses e palestinos. Uma experiência única que nos revelou não apenas a explicação racional, mas também a paixão e a ideologia incutidas nas raízes da crise". Para Humberto Saccomandi, do Valor Econômico, “é importante ter familiaridade com as várias versões de uma história. Só assim é possível transmitir ao leitor, de um modo coerente, a complexidade de certas situações. Isso certamente contribuirá para um melhor jornalismo"
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