segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

O Futuro dos Concursos Públicos

O corte de R$ 50 bilhões anunciados pelos ministros da Fazenda e do Planejamento, Guido Mantega e Miriam Belchior, respectivamente, foi um balde de água fria em alguns órgãos e ministérios que teriam vagas a serem preenchidas. A exceção será apenas para cem gestores públicos já aprovados em concurso público, que serão nomeados para as 62 escolas técnicas que foram inauguradas na gestão do presidente Lula e como a educação faz parte das políticas sociais, serão preservadas do corte.
Empresas públicas que possuem recursos próprios e não dependem do Tesouro Nacional, como Correios, Banco do Brasil e Petrobrás poderão dar prosseguimento às suas seleções.

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